
O comportamento compulsivo não afeta apenas quem joga.
Ele atravessa relações, desgasta vínculos e frequentemente adoece quem tenta ajudar.
Este espaço oferece compreensão, orientação e direção ética para que o cuidado não se transforme em controle e para que limites possam ser estabelecidos sem abandono.
Cuidar não pode significar se perder junto.